Servo bom e fiel

Nossos dias são muito especiais. Há certas coisas comuns que são supervalorizadas. Outras, que deveriam ser valorizadas ou mesmo supervalorizadas são abandonadas ao nível do trivial, do comum.

Poderia mencionar algumas, apenas, como exemplo: a idolatria que se tem com o futebol, com o carnaval, com a religião e com a política.

Nada contra o esporte, a cultura, a fé ou religiosidade e a arte de bem governar.

Perdem-se amigos e familiares, apenas, e tão somente pelo fato de que certos valores são abandonados em lugar de paixões desenfreadas.

Onde estão o amor, a fraternidade, o respeito? Onde foi que perdemos de vista a regra áurea?

Todavia, eu desejo voar mais alto um pouco e perguntar: será que no reino espiritual, onde nos relacionamos com realidades mais profundas, também, acontecem essas mesmas situações?

Vou pontuar apenas uma vertente das muitas que eu poderia trabalhar.

Quantas vezes, no reino do eterno,  nós nos preocupamos mais com as posições, ou com as funções do que com o espírito de serviço que deveríamos ter?

Nada contra ocupar posições, maiores ou menores. Meu ponto é: o que é mais importante, a função ou a maneira como a desempenhamos? O cargo que ocupamos, ou o serviço que ele pode oferecer quando bem exercido?

Amados meus, quando tudo aqui terminar e Jesus aparecer para o final acerto de contas com cada um de nós, todos seremos nivelados por uma mesma régua.

O Senhor Jesus dirá a cada um dos salvos: “Servo bom e fiel.”

Perceba que o que tem valor para Deus é se fomos servos bons e fiéis e não a posição que ocupamos.

Independente das funções e ou posições, todos devemos ser servos. Servos de Deus e uns dos outros.

Eu desejo que você seja tão bom e fiel no desempenho de sua missão, de tal maneira, que ao Jesus voltar, Ele diga para você: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor”, Mateus 25:21.