Ofertas de gratidão

Vejam os itens mais importantes:
1. Nosso Deus é doador. Essa verdade está escrita na Bíblia: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha vida eterna”. Jo 3:16
2. Outro verso: “Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai que está no Céu dará o Espírito Santo a quem O pedir?”. Lc 11:13
3. Podemos analisar: de um lado Deus, maravilhoso, bondoso, amoroso e sempre disposto a DAR, e dar TUDO! De outro lado, o ser humano, muitas vezes, egoísta e sem disposição de DOAR NADA!
4. Deus nos dá muitas bênçãos, materiais e espirituais. E uma forma de devolver o que nos foi dado, é apresentar ofertas ao Senhor.
5. Nossas ofertas devem expressar nosso amor e gratidão a Deus.
6. Uma grande verdade: ”Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. Mt 6:21 Essas são palavras e apelo de Jesus.
7. Jesus aconselhou ainda: “Não acumuleis para vós tesouros sobre a Terra, onde a traça e a ferrugem corroem, e onde ladrões escavam e roubam”. Mt 6:19
8. Traça, ferrugem e ladrões = o nosso tesouro na Terra é temporal e transitório. As coisas terrestres desaparecem rapidamente.
9. Gostei das palavras de C. Adelina Alexe “Na Terra, tudo é instável, incerto e inseguro; tudo está sujeito à deterioração, destruição, roubo e perda. No Céu é o oposto: tudo é eterno, durável, seguro e imperecível. Não há perda no Céu”.
10. Podemos perguntar para você: “Where your heart belongs?” ou … A que
lugar pertence o seu coração? Tomara que a resposta seja…
11. Considere seus bens. Mesmo que você tenha poucas coisas, mais cedo ou mais tarde a maioria delas será jogada fora. A exceção pode ser uma relíquia de família.
12. Devemos ser mordomos sábios, devemos colocar nossos tesouros no Céu, para que estejamos em segurança. Sendo assim, não precisamos nos preocupar com recessões, ladrões nem mesmo saqueadores.
13. Cuidado! Os tesouros atraem, compelem, exigem, seduzem e desejam controlar o coração. No mundo material, o coração acompanha o tesouro, portanto, é muito importante o lugar em que estão os nossos tesouros.
14. Quanto mais nos concentramos nas necessidades e ganhos terrestres, mais difícil é pensar nos assuntos celestiais.
15. Se uma pessoa diz que professa fé em Deus, mas mantém os tesouros na Terra, significa que ela é hipócrita!
16. Nossas ações devem estar de acordo com nosso discurso.
17. Paulo afirma: “Porque pela GRAÇA sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus”. Ef 2:8 Graça é um favor imerecido. É um dom que NÃO merecemos. Deus derramou Sua graça neste planeta e, se não a rejeitarmos, ela alcançará e transformará nossa vida, agora e pela eternidade.
18. De todas as bênçãos que Deus nos concede, a graça que nos é concedida em Jesus é o dom mais precioso de todos. Sem a graça, não teríamos esperança.
19. Pedro nos exorta: “Servi uns aos outros cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus”. IPe 4:10
20. Deus nos concedeu dádivas; portanto, precisamos DAR do que nos foi dado.
21. Qual deve ser nossa real motivação ao dar nossas ofertas? G r a t i d ã o. E a outra resposta: generosidade.
22. Além da gratidão e generosidade, outros ingredientes compõem a verdadeira oferta: nosso tempo, talentos, tesouros e corpo.
23. Não damos ofertas para receber favores, mas devemos dar em gratidão pelo que recebemos em Cristo.
24. Dar nossas melhores ofertas podem parecer insuficientes aos nossos olhos, mas são significativas a Deus, isto é, significa que O colocamos em primeiro lugar.
25. A oferta da viúva pobre foi um exemplo de oferta generosa que Jesus mencionou: “Ela deu mais do que todos”. Lc 21:3
26. Doar da abundância que temos não requer muita fé, mas dar, com sacrifício, pelo bem dos outros, revela algo muito poderoso sobre nosso coração.
27. Só Deus conhece nossa verdadeira motivação. É possível realizar ações certas pelos motivos errados.
28. Deus deseja que a nossa ação de dar seja correta. Nosso grande desafio é combater diariamente o EGOÍSMO na nossa jornada cristã. Infelizmente, há uma luta entre a avareza e a disposição para doar; essa luta ocorre com mais frequência do que qualquer batalha espiritual.
29. Não devemos conviver pacificamente com o egoísmo em nossa experiência cristã ou procurar argumentos para justifica-lo.
30. O que Deus espera de seus mordomos? Que seus mordomos manifestem ou pratiquem o amor verdadeiro com abnegação, com disposição de dar de si, ainda que haja sacrifício, para o bem dos outros.
31. A menos que o amor de Deus seja refletido em nossa vida, nossa doação não refletirá Seu amor. Devemos pedir ao Senhor que circuncide nosso coração, para que possamos amar como somos amados.
32. O AMOR, fundamento de toda verdadeira beneficência, resume toda benevolência cristã. O amor de Deus para conosco nos inspira a retribuir esse amor. O amor de Deus é o verdadeiro motivo para o ato de doar.
33. A experiência de doar segundo Paulo: “Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria.” 2Co 9:6,7
34. Uma oferta generosa deve ser um ato muito pessoal e espiritual. É um ato de fé, uma expressão de gratidão. A doação aumenta nossa confiança em Deus e a oportunidade de provar e ver que o Senhor é bom.

 

Senhor, depois de estudarmos o assunto da devolução do dízimo mais profundamente, seu propósito dentro do contexto bíblico, queremos devolvê-lo com mais amor e mais fé, pois queremos ser mordomos fiéis e contribuir para promover o Evangelho e levar muitas pessoas a Ti. Venha nos ajudar. Amém.

 

Senhor Jesus, desejamos ser mordomos sábios e fiéis. Venha nos ajudar. Amém.

Feliz Sábado! Sejam felizes! Estudar a Bíblia faz bem! Um abraço!
Texto elaborado por Dalva Amélia de Castro Menezes, professora adventista aposentada e membro da Igreja IASD do UNASP – SP.

Link para a lição completa: http://mais.cpb.com.br/licao-adultos/