Honestidade

O apóstolo Paulo, na carta aos filipenses, capítulo quatro, verso oito, escreveu que nosso pensamento deve estar fixado em “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo que amável, tudo que tem boa fama, tudo que tem virtude, tudo que seja louvável“.

Quando eu era garoto, sempre via meu pai realizando negócios na fazenda. Ora comprando, ora vendendo ou permutando. As coisas aconteciam na base da palavra falada. Às vezes eu recebia uma ordem para ir a tal lugar buscar o valor combinado ou levá-lo, e meu pai sempre dizia: “Eu já tratei disso com ele.“ Havia honestidade nas palavras, nos tratados, nos negócios, na vida; e lá ainda há.

Honestidade em tudo e a busca por um caráter verdadeiro é o que Deus espera.

Não é novidade falar dos dias atuais nos quais a verdade é quase ausente no mundo dos negócios, do esporte, do cotidiano em geral.

E você? Pode ser considerada uma pessoa honesta? Verdadeira?

O refúgio da mentira, da trapaça, do engano, é uma falsa capa que cedo ou tarde cairá das costas de quem usa essas artimanhas.

Agostinho escreveu que “tudo que está construído sobre malícia, orgulho, ambição, maldade e paixões humanas já leva em si as sementes da destruição própria“.

Posso parafrasear dizendo que tudo que carrega em si as sementes da mentira, da desonestidade e da falsidade irá brotar em vergonha, dor e tristeza.

Você já sabe o que vai colher quando planta. É lei “o que o homem plantar, isso ele vai colher“ Gálatas 6:7.

Uma vida pautada pela honestidade traz em si a alegria da paz, da consciência feliz, além da boa fama e do louvor por parte de Deus e dos homens.

Sermos honestos nas intenções, nos dizeres, nas ações mostra quem controla a nossa vida. Você não pode dizer que tem Jesus, se não tem uma vida honesto e verdadeiro.

Que o Espírito Santo de Deus seja ouvido em seu coração e obedecido em suas atitudes. “O Evangelho é a lei exemplificada no caráter” (ME II, 108).

Sejamos verdadeiros e sinceros diante de Deus e perante os homens.

 

 

Pr. Gilson Grüdtner