Cristo no Santuário Celestial

Vejam os itens mais importantes:

1. É muito oportuno estudar o supremo sacrifício de Jesus e isso contribui  para a nossa preparação para o tempo do fim. Muitas vezes, nós, seres humanos, olhamos para o alvo que está à nossa frente, e isso faz sentido. Mas é bom perceber que o alvo, o Calvário que ficou para trás, nos dá a certeza quanto ao alvo que está adiante de nós.

2. Deus enviou o Seu Filho para condenar o pecado na carne. Impressionante – como um Ser imortal, Jesus não podia morrer… Portanto, o Senhor Se tornou um ser humano, levando sobre Si nossa mortalidade, para que, de fato, pudesse morrer como nosso substituto.

3. Embora fosse divino e Deus por natureza, Jesus assumiu a semelhança de homens e Se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz, conforme Paulo afirma em Ef 2:6-8

4. A divindade de Jesus ficou inativa durante os nove meses no útero de Sua mãe Maria, e também nos dias em que passou no túmulo. Jesus NUNCA usou a divindade como auxílio à Sua humanidade durante Sua vida e ministério na Terra.

5. Por amor, Cristo nasceu para morrer!

6. Jesus – o Cordeiro de Deus é “digno de receber o poder, a riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória e louvor”. Ap 5:12;  Jesus – o “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”. Ap 13:8

7. João Batista, chamou Jesus – “Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo”. Ele estava fazendo uma referência ao santuário. A morte de Cristo pelo pecado cumpriu o único sacrifício de todos os cordeiros sacrificados no ritual do santuário hebraico.

8. A história de Cristo e Sua obra em favor da nossa salvação não terminam nos evangelhos, nem mesmo com Sua morte e ressurreição. Isso mesmo. Jesus continua Sua obra como Sumo Sacerdote no santuário celestial. Esse sacerdócio é superior ao dos sacerdotes da linhagem de Arão no serviço do santuário terrestre.

9. O que faz Jesus como Sumo Sacerdote celestial ? ministra em nosso favor. Ele intercede por nós e como Deus, pode perdoar os nossos pecados. Portanto, somente Ele, o Deus-Homem, pode interceder pelos pecadores no santuário celestial.

10. Paulo declara em Hebreus 9:12 que por meio do SANGUE do próprio Cristo, obteve eterna redenção, ou resgate, livramento e libertação. Logo, seremos libertos dos nossos pecados, se aceitarmos o Seu sacrifício.

11. Como sabemos, o pecado fez separação entre Deus e a humanidade. Estávamos perdidos, mas houve uma solução maravilhosa: Jesus Se ofereceu e morreu por nós, e assim, podemos ter acesso ao Pai.

12. Pedro declara que “Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus” 1Pe 3:18

13. Jesus, nosso Intercessor – “Temos esta esperança como âncora da alma, firme e segura, a qual adentra o santuário interior, por trás do véu, onde Jesus, que nos precedeu, entrou em nosso lugar, tornando-Se Sumo Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”. Hb 6:19,20

14. Isso quer dizer: Jesus está diante do Pai, ministrando os méritos de Sua expiação, a eterna redenção que Ele obteve em nosso favor.

15. É maravilhoso saber que Jesus, nosso Intercessor, representa você e a mim, como pecadores arrependidos e apresenta perante o Pai NÃO os nossos méritos (porque não temos nenhum), mas representa Seus próprios méritos em nosso favor. – Como não amarmos intensamente, de coração, o nosso Intercessor Jesus Cristo?

16. Paulo afirma em Hebreus 7:25 “Por isso, também pode salvar TOTALMENTE os que por Ele (Jesus) se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por nós”.

17. A Bíblia ensina que o serviço do santuário terrestre era um modelo do santuário celestial. Moisés recebeu todas as orientações diretamente de Deus, e realizava o trabalho no santuário com dedicação e zelo.

18. Assim como o ritual do santuário terrestre, compreendia um ministério de dois compartimentos, lugar santo e lugar santíssimo, assim também compreende o ministério de Cristo no santuário celestial.

19. Segundo Lv 16:12-14, no santuário terrestre, o conceito de juízo era representado no Dia da Expiação, que resultava na purificação em que o Sumo Sacerdote entrava no segundo compartimento, o lugar santíssimo para fazer uma obra de purificação e expiação em favor das pessoas.

20. A obra da purificação, tanto no serviço típico como no real, deveria executar-se com SANGUE: no primeiro com sangue de animais, no último com o sangue de Cristo.

21. Pela virtude do sangue expiatório de Cristo, os pecados de todo verdadeiro arrependido serão eliminados dos livros do Céu.

22. Paulo  relata em Hb 9:23 que a obra de Cristo no santuário celestial é a verdadeira expressão do que o sumo sacerdote terrestre fazia no serviço anual do Dia da Expiação no santuário terrestre. Tudo isso apontava para a obra que Cristo faria no santuário celestial.

23. Ellen G. White escreveu no livro O Grande Conflito, p.213: “Durante  dezoito séculos este ministério continuou no primeiro compartimento do santuário”.

24. Mediante o estudo da Bíblia, precisamente, o  livro de Daniel, vemos que essa fase de Seu ministério começou em 1844. Assim afirmamos: como cristãos, precisamos entender a solenidade do tempo em que vivemos.

25. Podemos descansar na certeza do que Cristo fez por nós no PASSADO e está fazendo AGORA no lugar santíssimo do santuário celestial.

Somos agradecidos a Jesus Cristo pelo Seu sacrifício na cruz para nos perdoar e nos salvar. Somos agradecidos a Jesus Cristo porque é nosso representante perante o Pai e por Seus méritos e por Sua vida pura e sem pecado, podemos ter a chance da vida eterna.

Feliz Sábado! Sejam felizes! Estudar a Bíblia faz bem! Um abraço!
Texto elaborado por Dalva Amélia de Castro Menezes, professora adventista aposentada e membro da Igreja IASD do UNASP – SP.

Link para a lição completa: http://mais.cpb.com.br/licao-adultos/